A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Mossoró (DHPP) concluiu o inquérito nesta terça-feira (31) e descartou que um morador de rua, morto na sexta-feira (27) na cidade, tenha sido atingido por óleo quente.
Antônio Luis Rodrigues, de 48 anos, morreu após dois dias de internação no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. A DHPP tinha aberto um inquérito na sexta e o delegado Caio Fábio chegou a citar que o caso seria investigado como homicídio doloso. A família da vítima também defendia essa tese.
Na segunda-feira (30), no entanto, a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap) emitiu uma nota informando que o homem morreu vítima de infecção generalizada após ser internado com uma infecção urinária.
Após a conclusão do inquérito, o delegado Caio Fábio, responsável pela investigação, afirmou que a versão de que o homem teria sido vítima de óleo quente não teve nenhuma comprovação, nem em depoimentos de testemunhas, câmeras de vídeo e nos prontuários médicos.
“Essa história do óleo quente não tem lastro nenhum probatório. Não se sustenta, não tem alicerce nenhum”, disse.
O inquérito vai ser encaminhado pra Justiça e vai ser sugerido pelo delegado o arquivamento, por ausência de materialidade delitiva.
A DHPP informou que, durante a investigação, ouviu o depoimento de onze pessoas, avaliou imagens de câmeras de segurança – que não mostraram ninguém jogando óleo quente no morador – e analisou os prontuários e históricos de internação da vítima, que não apontaram queimaduras com óleo quente.
Uma vermelhidão na região da genitália chegou a ser constatada pela equipe médica, segundo o delegado Caio Fábio ouviu das equipes médicas, mas a suspeita é de que tenha sido ocasionada pela exposição ao sol.
“Na UPa e Samu, ele, em momento algum, relatou que teria sido vítima de óleo quente. O médico da UPA relatou que ele tinha alguma vermelhidão e acredita que era em razão do sol e da desidratação que era visível no indivíduo que era bastante debilitado”, disse o delegado.
A causa da morte informada pela equipe do Hospital Regional Tarcísio Maia foi por “sepse [infecção generalizada] de origem possivelmente pulmonar e derrame pleural”, segundo o delegado.
Entre os fatores secundários, foi citado no laudo fatores como desnutrição proteicocalórica , estado de drogadição do indivíduo e sinais de queimadura. “No Tarcísio Maia perguntaram sobre algumas bolhas que ele tinha realmente nos membros inferiores e ele falou também que era por causa do sol”, disse o delegado.
Fonte: G1RN
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