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Plataforma online é alternativa para preservar lembranças dos que morreram durante pandemia

Plataforma tem mural para familiares e amigos publicarem lembranças de pessoas sepultadas ou cremadas no Morada da Paz — Foto: Divulgação

Os serviços funerários estão adaptados em virtude da disseminação do novo coronavírus. As cerimônias de despedidas de pessoas que morreram de outras causas duram no máximo duas horas. Nos casos em que a causa da morte é a Covid-19 ou se há suspeita da doença, não há essa oportunidade. As redes sociais, então, são o principal canal para a demonstração dos sentimentos de familiares e amigos. São fotos, textos e pensamentos partilhados como forma de expressão da dor do luto.

Uma plataforma online, criada pelo cemitério e crematório Morada da Paz, facilita a realização destas homenagens e lembranças. “Um dos nossos objetivos com o projeto é essa questão da preservação da memória. A plataforma reúne fotos, vídeos e homenagens feitas por quem amava aquela pessoa em um mesmo local. Unimos obituário, nossa floricultura e esse memorial em prol da preservação da memória”, pontua Vivianne Guimarães, diretora de mercado do Grupo Vila.

Os perfis são de pessoas sepultadas ou cremadas nas unidades do Morada da Paz e são administrados por um responsável (membro da família ou amigo). Entre as funções, é possível acender a vela virtual, deixar suas preces e solicitar o envio de flores ao jazigo, além da postagem das lembranças. O espaço online é ativado automaticamente durante o atendimento funerário.

Neste momento da pandemia, em que o isolamento social precisa ser mais rígido, a homenagem online é a opção mais segura para as pessoas enlutadas. “A Morada da Memória chegou em um momento atípico da vida de todos. A ideia vem agora com um suporte para essas famílias que não vão poder vivenciar esse momento do luto por causa da pandemia por que estamos passando. É uma forma de ajudar a tornar essa quebra de vínculo físico menos dolorosa”, conta Eliza Fonseca, gerente de marketing do Grupo Vila.

Vivianne Guimarães reforça que a valorização da memória tem valor social para todos. “Acreditamos que a vida terrena tem uma finitude, porém as memórias construídas são para sempre. A formação das gerações seguintes vem muito do que foi construído e preservado. Por isso, a memória não deve acabar quando uma pessoa morre. No processo de luto, é importante haver esse lugar da homenagem às lembranças e de poder, assim, ressignificar a ausência do ente falecido, relembrando bons momentos”.

Fonte: G1RN

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