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‘Plano para hub no Nordeste continua congelado’

Mesmo com a recuperação da economia brasileira, a Latam mantém na gaveta o plano de criar um hub (centro de distribuição de voos) na região Nordeste do país. O projeto foi anunciado em 2014 pela companhia e foi abandonado em meio à crise econômica.

“O (plano de fazer) hub no Nordeste continua congelado. O que podemos fazer é um aumento pontual na oferta na região quando fizer sentido”, disse Jerome Cadier, presidente da Latam nesta quarta-feira (13) em encontro com jornalistas.

A Latam previa investir US$ 1,5 bilhão na construção do hub do Nordeste, que iria aumentar a oferta de voos a partir de uma cidade da região. O anúncio provocou uma disputa entre os aeroportos de Fortaleza, Natal e Recife.

“Esse hub se justificava quando começou a discussão, em 2014. Depois a economia esfriou e o que era um business case interessante, mas não espetacular, se tornou negativo. A discussão sobre esse projeto ainda não voltou”, disse Cadier, que assumiu a função há cerca de uma ano.

No Brasil, a Latam concentra seus voos nos aeroportos de Guarulhos e Brasília. A estratégia é usar esses aeroportos como centro de conexão de voos domésticos e internacionais.

Em setembro deste ano, a Gol anunciou a criação de um hub no Nordeste, a partir de Fortaleza, em parceria com a Air France. A proposta é ampliar a oferta de voos para a Europa para os passageiros da região Nordeste.

Na mesma linha, a Azul ampliou sua oferta de voos a partir de Recife em outubro, que funciona como centro de distribuição da companhia na região.

Cadier minimizou a estratégia das concorrentes. “Um voo diário não é hub. O nosso projeto era fazer uma base com aviões 767 e diversos voos para a Europa”.

Cadier disse que a companhia vai divulgar suas projeções para 2018 em janeiro, mas disse que a companhia está otimista. “Não temos um número fechado, mas sabemos que a previsão é de crescimento no Brasil tanto nos voos domésticos quanto internacionais”.

Ele afirmou que o cenário eleitoral pode impactar as projeções econômicas para 2018. “Realmente, é um ano em que muita coisa pode mudar. A demanda no segundo semestre de 2017 está se recuperando. Mas não posso arriscar uma projeção certeira para demanda e para o dólar no segundo semestre em 2018”, afirmou.

Fonte: G1

Ponto de Vista

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