Ao todo, segundo a PF, a operação visava cumprir 28 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, do Pará, de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Os nomes dos investigados não foram divulgados. Até o fim da manhã desta terça, a PF não informou quantas pessoas haviam sido presas ao todo.
A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 30 milhões em contas bancárias e o sequestro de cerca de R$ 35 milhões em bens vinculados aos investigados.
As investigações apontaram que o grupo utilizava a estrutura portuária do Rio Grande do Norte para enviar cargas de entorpecentes à Europa.
Segundo a PF, o esquema investigado envolvia fraudes documentais em operações de comércio exterior, uso de empresas de fachada e interposição de terceiros (uso de laranjas) para ocultar a origem ilícita dos recursos.
“Além da repressão ao tráfico internacional de drogas por via marítima, a ação também busca a descapitalização da organização criminosa”, informou a PF.
Foram apreendidos na operação veículos, joias, dinheiro em espécie, imóveis e outros bens de alto padrão, apontados pela PF como possíveis produtos do enriquecimento ilícito obtido com a atividade criminosa.
A operação foi denominada de Pele de Sapo e contou com o apoio da Receita Federal.
Fonte: G1RN
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