Após mais de sete anos de impasse, Petrobras e Bolívia chegaram a um acordo pelo qual a estatal pagará, até o fim deste mês, US$ 434 milhões pelo envio de excedente energético do gás natural exportado ao Brasil, anunciou nesta segunda-feira (18) o presidente Evo Morales.
Esse pagamento foi imposto à Petrobras pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fevereiro de 2007, em visita de Morales ao Brasil. Na época, Lula justificou a medida, que enfrentava resistência da Petrobras, como ato de “generosidade” e de “solidariedade”. Antes, Morales havia se recusado a deixar o prédio do Itamaraty caso não houvesse um acordo sobre o chamado gás rico.
Por meio de nota, a Petrobras informou que o acordo provocará perda de US$ 268 milhões no terceiro trimestre, mas que seu efeito final, no ano, terá “um valor positivo de US$128 milhões”. Segundo ela, o acordo é “vantajoso” porque e assegura “a alocação preferencial para o mercado brasileiro do gás natural que a Petrobras venha a descobrir na Bolívia”. Petrobras cobrirá ‘gás rico’ boliviano
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