LOGISTICA11- RJ - 27/07/2012 - LOGISTICA/UPDATE - ESPECIAL/ECONOMIA - Terminal da Transpetro da Ilha Redonda, na Baía de Guanabara. A Petrobras precisa baixar a importação de gasolina com urgência não só para cortar custos. A logística de recebimento das cargas cada vez maiores do combustível tem limite. Se chegarem 100 mil barris por dia, a empresa não terá mais como realizar com agilidade as ações de retirada da gasolina das embarcações para os portos e terminais, de armazenamento e de distribuição. Faltarão tanques, meios de transporte, espaço portuários e até pessoal. O aumento da demanda já provoca restrição de oferta. A BR Distribuidora está com dificuldades desde a semana passada para abastecer os postos no interior do País. Não falta combustível, mas sim caminhões e trens para levá-lo aos clientes que consomem cada vez mais. Dezenas de postos no Mato Grosso do Sul e Mato Grosso enfrentam problemas de escassez de diesel e gasolina. Os proprietários esperavam regularizar a situação até este fim de semana. "Os problemas da falta de derivados nestas áreas foram decorrentes de complicações de logística geradas a partir do aumento da demanda, reconheceu a BR em nota. De qualquer forma nós estamos aumentando o volume de produtos para a região, inclusive com o transporte de derivados de outras bases, a partir do modal rodoviário". A BR destacou que os problemas pontuais seriam resolvidos nos próximos dias e que não há desabastecimento. Mas começam a aparecer as dificuldades de se acompanhar um crescimento da demanda de gasolina que neste ano, em apenas um mês, superou em pelo menos 35% o consumo registrado no mesmo período de 2011. O limite da Petrobras ficou perto de ser atingido em dezembro passado, quando a estatal importou 90 mil barris diários, por causa do aumento expressivo do consumo interno e pela insuficiência da produção nacional de gasolina. Mesmo perdendo dinheiro, já que o preço da gasolina no B
A Petrobras anunciou hoje (31) uma nova redução no preço da gasolina nas refinarias. Desta vez, a queda anunciada é de 0,84%. Com isso, o litro do combustível passará a ser comercializado a R$ 1,8466 a partir de amanhã (1º).
Esta é a décima redução consecutiva do preço do combustível, desde que ele atingiu R$ 2,2514 em setembro. A queda acumulada desde 25 de setembro (quando o preço começou a recuar) chega a 17,98%, ou seja, 40 centavos por litro.
Fonte: Agência Brasil
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