Cientistas da Espanha e dos EUA identificaram pela primeira vez a existência de um “relógio” celular nos tecidos adiposos que afeta diretamente a tolerância à glicose e reforça a tese de que não se deve comer doces no período da noite, quando o corpo tem mínima sensibilidade à insulina.
Esta pesquisa, que acaba de ser publicada na revista “FASEB” (da Sociedade Americana de Biologia Experimental), foi dirigida pela professora de Fisiologia da Universidade de Múrcia, na Espanha, e professora visitante em Harvard, nos Estados Unidos, Marta Garaulet, e pelo diretor da divisão de Medicina do Sono dessa universidade americana, Frank Scheer.
Segundo constatou o estudo, o “relógio” achado no tecido funciona, além disso, muito melhor nas pessoas que se deitam cedo e dormem mais horas do que naquelas com déficit de sono ou horários irregulares.
“Este relógio celular pode contribuir ao ritmo diário da tolerância à glicose”, disse à Agência Efe Marta Garaulet, membro da Sociedade Espanhola de Nutrição.
Segundo a especialista, comer doces à noite pode aumentar o risco de sofrer de diabetes e obesidade, embora esse problema poderia ser amenizado com um número suficiente de horas de sono por dia (pelo menos sete em adultos).
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1970 DÓLAR TURISMO: R$ 5,4090 EURO: R$ 5,9160 LIBRA: R$ 6,9280 PESO…
O governo Trump anunciou nesta quarta-feira (1º) sanções contra dois brasileiros, três empresas baseadas no…
O governo do Rio Grande do Norte anunciou nesta terça-feira (30) a saída de Raimundo…
1- O brasileiro João Fonseca está classificado para a terceira rodada de Wimbledon, conhecido…
A Prefeitura de Natal prorrogou até 31 de dezembro a vacinação contra o HPV para pessoas de 15 a…
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (1º) a terceira fase da Operação Rent a…
This website uses cookies.