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Pesquisa desenvolvida na UFRN sobre preservação de pirarucu vence Prêmio Jovem Cientista

João Vitor Campos e Silva foi o vencedor do PJC na categoria “Mestre e Doutor” — Foto: Arquivo CNPq

Uma pesquisa feita na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) pelo doutor em ecologia João Vitor Campos e Silva venceu a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista na categoria Mestre e Doutor.

A premiação ocorre desde 1981 e é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), instituição federal de incentivo à ciência, tecnologia e inovação.

O pesquisador desenvolveu um modelo que recupera populações de pirarucu em regiões protegidas da Amazônia.

O alto consumo da espécie pelos povos amazônicos e o elevado valor comercial fazem do pirarucu um importante elemento gastronômico, cultural e econômico da região. Por outro lado, a grande procura representa uma ameaça à população do maior peixe de escamas do mundo.

Foi justamente a preocupação com o impacto ambiental dessa prática que inspirou a tese de doutorado de João Vitor Campos e Silva, voltada para um manejo consciente do pirarucu e uso sustentável dos recursos naturais. “o modelo vem recuperando não só as populações de pirarucu mas outras espécies que garantem a segurança alimentar das comunidades, também estão sendo beneficiadas”, conta o biólogo.

De acordo com Silva, o manejo consciente do pirarucu já apresenta resultados e é uma ferramenta fundamental para a preservação da biodiversidade nas águas calmas da bacia amazônica. “A prática vem gerando melhorias socias e econômicas para a comunidade com investimentos em saúde, educação e desenvolvimento rural para os moradores”, destaca.

Atualmente João Vitor Campos e Silva é pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Dos seus 35 anos de vida, uma década foi dedicada ao trabalho na Amazônia. O paulista natural de Piedade, distante 100 km da capital São Paulo, passou 4 anos desenvolvendo o trabalho vencedor do Prêmio Jovem Cientista no RN, sob orientação do professor do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRN, Carlos Peres.

Fonte: G1RN

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