Peritos criminais do Instituto Técnico-Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (Itep) começaram na manhã desta quarta-feira (6) o serviço de perícia no carro de Máximo Augusto Medeiros de Araújo, de 23 anos. Os trabalhos aconteceram quase 24 horas após o veículo ser localizado. O principal objetivo é encontrar algum material biológico que possa identificar o suspeito do assassinato do estudante universitário, que foi dado como desaparecido na manhã do sábado passado, 2 de maio, e encontrado morto no domingo de manhã (3), nu e já em adiantado estado de decomposição.
O carro da vítima, um Palio de cor branca, foi localizado na terça-feira (5), no bairro de Candelária, na rua Princesa Leopoldina e, após uma perícia preliminar no local, foi levado para a garagem do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep-RN), na Ribeira, para exames mais detalhados.
“Vamos procurar o maior número de vestígios que pudermos – digitais, cabelo, manchas de sangue, urina, sêmen, etc. O que não for possível ver à luz do dia, uma mancha qualquer que tenha sido limpa, pode ser detectada à noite, com o uso da luz forense”, informou o perito criminal Paulo do Vale.
Segundo ele, após a investigação será feito um laudo pericial com o resultado do que foi encontrado no veículo, o que pode demorar até um mês, caso seja preciso fazer exame de DNA de algum material coletado.
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