O Vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão, escalou a crise entre o ministro Gilmar Mendes e os militares.
Ante o inconsequente comentário, feito em Lisboa, associando Bolsonaro e o Exército ao genocídio por conta da pandemia do corona vírus, uma série de reações ocorreram. Esta última de Mourão foi, talvez, a mais dura.
O ministro da Defesas e os três comandantes militares emitiram um nota de protesto e anunciaram que levariam o caso à Procuradoria-Geral da República. Nesta, Gilmar é tratado simplesmente por senhor. Nada de ministro ou sua excelência.
Gilmar desdenhou da nota dizendo que a reação era devido a estar batendo na “perna quebrada” do governo Bolsonaro. Ao sentir que a reação militar como instituição era para valer, soltou uma nota mais amena. Mourão já havia declarado sua insatisfação com os termos usado por Mendes. E hoje foi mais fundo ainda. O desafiou a declarar que “A crítica do ministro Gilmar Mendes é feita de Portugal, gostaria que ele viesse para cá para fazer as críticas aqui”. Mais claro, impossível.
Mourão acha que Gilmar deveria fazer um pedido formal de desculpas “se tiver grandeza moral”. Mourão está falando em nome do governo Bolsonaro. Gilmar será o relator do caso envolvendo Flavio Bolsonaro.
Jorge Zaverucha – Mestre em Ciência Politica pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Doutor em Ciência Política pela Universidade de Chicago e Professor titular aposentado do Departamento de Ciência Política da UFPE
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