Por esta Gilmar Mendes não esperava. Ao acusar Bolsonaro de genocida, desonrou o Exército ao imputá-lo cúmplice deste suposto genocídio. Além de tecer comentários sobre algo que não é da sua seara: a condução do ministério da saúde. Que é dirigido por um general da ativa.
Em 11/7/20, o ministro declarou: “É preciso dizer isto de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável”. Caso fosse verdade ser Bolsonaro um genocida esta responsabilidade deveria ser dividida com os governadores de estados. Todos são culpados pela pífia condução da política de combate ao corona-19. Mas, Gilmar é seletivo. Só vê a figura do Presidente em seu embaçado binóculo. E por tabela as FFAA. Esquecendo das várias ações que as mesmas tem realizado na minoração do sofrimento dos brasileiros.
O Ministro da Defesa juntamente com os comandantes das três forças entraram com uma representação contra Mendes na Procuradoria Geral da República. Algo inédito em nossa história republicana. O STF vem se comportando ditatorialmente. Alguma instituição deveria controlá-lo. Pelo protocolo democrático caberia ao Senado julgar os pedidos de impeachment dos juízes. Mas, o presidente da Casa se recusa a pautar os mesmo.
Se não vai via Congresso, por sua omissão, que o freio venha pelas Forças Armadas. Afinal, política é, infelizmente, escolher entre inconveniências.
Jorge Zaverucha – Mestre em Ciência Politica pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Doutor em Ciência Política pela Universidade de Chicago e Professor titular aposentado do Departamento de Ciência Política da UFPE
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