Eleito prefeito de Natal em outubro do ano passado, Paulinho Freire (União Brasil) tomou posse do cargo na noite dessa quarta-feira (1).
Logo após a cerimônia, o novo gestor da capital afirmou que deverá anunciar medidas de corte de gasto nos próximos dias para garantir recursos para ações necessárias nos seis primeiros meses de governo (veja mais no fim desta reportagem).
A sessão conduzida pelo presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Eriko Jácome, foi realizada no Teatro Riachuelo, na Zona Sul da capital potiguar. A vice-prefeita eleita, Joanna Guerra (Republicanos) também foi empossada no mandato de quatro anos, na ocasião.
Em discurso na presença da maioria dos vereadores empossados durante a tarde, e do público presente no teatro, o prefeito se emocionou ao lembrar de grandes figuras políticas do estado, já falecidas, com quem conviveu.
O prefeito também lembrou da trajetória de mais de 20 anos no Legislativo e conclamou parlamentares e servidores públicos a se unirem ao projeto de governo.
“Agora encaro o maior desafio da minha caminhada pública: governar a cidade que amo com toda a força de meu ser”, declarou.
“Natal precisa se tornar um refúgio de qualidade de vida, onde saúde, educação e trabalho sejam acessíveis a todos. Queremos transformar nossa cidade num exemplo de gestão voltada para quem mais precisa, com olhar especial para juventude e para os menos favorecidos, oferecendo-lhes as ferramentas necessárias para prosperar”, disse durante a cerimônia.
O prefeito ainda destacou pontos prioritários do novo mandato, durante o discurso:
O prefeito afirmou à imprensa, após a posse, que vai tomar medidas que poderão “não agradar alguns”, logo nos primeiros dias de gestão. Paulinho disse que vai buscar reduzir custos, começando pela revisão de contratos e cortes em jetons e gratificações.
“Amanhã vamos nos reunir com a Procuradoria, com a Secretaria de Planejamento, com Administração, com a Tributação, no Gabinete Civil, para que a gente possa preparar essas medidas. São medidas de contenção de custo. Vamos rever contratos, ver o que a gente pode diminuir, cortar jetons, gratificações, diárias. Vamos, nesse começo, fazer muita restrição a alguns gastos que a Prefeitura tem”, declarou.
De acordo com ele, as ações são necessárias para que o município consiga, ainda nos seis primeiros meses de administração, investir na solução de problemas encontrados.
“A gente precisa ter dinheiro para poder investir nessas questões que nós estamos falando, que é justamente a fazer a limpeza das lagoas; zerar a fila das creches; que a saúde passe também a diminuir a demanda das consultas, dos exames. Nós vamos fazer um trabalho de guerra”, pontuou.
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