Desde que foi anunciada a formação do grupo integrado por Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (mantido no comando do Banco Central), no fim de dezembro de 2014, tudo o que foi previsto não aconteceu. A economia não parou de piorar e as contas públicas estão mais desequilibradas do que nunca. As perspectivas de melhora para o fim deste ano, apontadas pelos ministros, estão sendo transferidas para 2017. E muitos já falam que talvez isso só venha a acontecer mesmo em 2018. A inflação, na casa de dois dígitos, está corroendo a renda dos brasileiros, que frearam o consumo, principal motor da economia nos últimos anos. Os investimentos, outro fator importante para a retomada da atividade, desabaram, inclusive os do governo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sofreu redução acima de 40%. Por causa de tantas ocorrências ruins, os especialistas estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) encolherá perto de 4%, neste ano, e até 3% no ano que vem. Queda como essa, em dois anos seguidos, não se via desde 1930 e 1931. Esse atual quadro leva a crer que o país pode estar mergulhando em uma depressão. O que não é nada alvissareiro.
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