SERÁ A COFRRUPÇÃO INERENTE AO SER HUMANO? O QUE VOCÊ ACHA? –
O episódio envolvendo o padre Robson de Oliveira, acusado de desviar doações para construção de uma Basílica em Goiás, deve servir de lição.
Onde tem dinheiro – seja dinheiro público, de igreja, de sindicato, de associação – tem que haver transparência, visibilidade. Nada deve ser feito às escondidas.
Todo administrador deve ter a preocupação de mostrar – todo dia – um balanço das últimas 24 horas. Quanto entrou, quanto saiu, pra quem e por que saiu.
A transparência não vai acabar a corrupção – a corrupção parece ser inerente ao ser humano.
Pelo menos a torna mais difícil.
Com relação ao padre Robson, faço votos de que tudo não passe de um equívoco. Afinal, as investigações continuam.
Paulo Tarcísio – Jornalista
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