OFTALMOLOGISTAS –
Faz 30 anos que recebo diferentes diagnósticos relacionados ao glaucoma. Tenho? Tenho pressão ocular alta? Sou saudável?
Respostas que variam diante dos médicos e dos exames propostos. Isto, não nego, causa-me angústia e irritação enormes: a falta de um diagnóstico concreto.
Nesta semana novos exames foram feitos. Enquanto passava por uma campimetria (pela primeira vez em anos não precisei repetir nem parar por levar bronca da técnica!), lembrava de minha tia Nilzete falando como os exames oftalmológicos não evoluem.
Qual o grau melhor? Este ou este? E agora? Então, este ou este? Assim ou assim? E agora?…
Eu queria uma máquina que parasse diante de meus olhos e, num pequeno intervalo de tempo, afirmasse: quatro graus!
Seria perfeito!
Aliás, perfeito seria não ter problema algum, mas não podemos ter tudo na vida…
Eu esperava minha vez para realizar a retinografia pensando neste diálogo e me sentia confortável em ir para outro exame. Desta vez, um exame que não dependia de mim, apenas da máquina.
Como na tomografia ou na mamografia. Entramos na máquina e nossa única função é esperar o tempo passar ficando quietinhos. Não preciso escolher o ângulo. Não preciso dizer quando a luz aparece no meu campo de visão.
Nada além do silêncio e da imobilidade. Paz…
Nunca pensei que esta reflexão me daria tanta paz…
Bárbara Seabra – Cirurgiã-dentista, Escritora e Autora do livro O diário de uma gordinha
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