Foi divulgada na última sexta-feira pelo presidente da OAB/SP, Marcos da Costa, uma nota de repúdio ao fechamento das sessões da comissão de direitos humanos da Câmara Federal. Segundo a nota, a realização de reuniões fechadas remete a “tempos obscuros e arbitrários de nossa história política”. O texto ressalta, ainda, que em uma democracia o povo tem o direito de opinar sobre e acompanhar o trabalho de seus representantes no Poder Legislativo. E afirma que o episódio arranha a imagem do Parlamento e não deixa claro os motivos que levam a Câmara a proteger um parlamentar com total incompatibilidade com o cargo para o qual foi investido. Esse assunto ainda vai preocupar o Dep. Henrique Eduardo por muito tempo.
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