O PERDÃO –
O que é o perdão? Pode-se perguntar. Por que se tem que perdoar? Na caminhada do autoencontro, do autoidentificar-se o ser divino que é, depara-se com a unidade da vida, percebe-se que a força motriz do existir é uma só, Deus. Percebe-se que a individualidade é uma ilusão, é um apego egoísta que se adquire na caminhada à Fonte una da Vida. É neste estágio de consciência espiritual que se percebe a unidade da vida e que, no perdoar um agressor, perdoa-se a si mesmo. Quando se ama um seu irmão, ama-se a si mesmo. O nosso Redentor, o Cristo-Jesus, ao se reportar ao perdão, orienta-nos, através de sábias e reveladoras parábolas, sobre a necessidade de se viver o perdão, ao proferir: “O reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos; E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse. Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara. Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”
Em verdade é dito: o amor não é singular, isto é, direcionado apenas às pessoas selecionadas, mas a todos os seres vivos na mesma igualdade. Assim, o perdão, a fraternidade e a união devem ser vividos de uma forma igualitária. Não se deve distanciar de Deus que é a Fonte da Vida e da Unidade perfeita de vida. Medite e pense nisto.
Arca da Sagrada Aliança – Movimento Cristão
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