Os novos modelos de iPhone — 11, 11 Pro e 11 Pro Max — começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18) no Brasil. Eles foram lançados no mês passado na Califórnia em evento da Apple e chegam com certa antecedência ao país, já que, geralmente, os novos modelos só vêm para cá em novembro.
As principais novidades são:
Além dos destaques também chamou a atenção o uso do termo “Pro”. Antes exclusiva das linhas de Macs, MacBooks e iPads, essa novidade mostra que a empresa quer dar uma cara profissional também para os smartphones. Esses dois modelos contam com tela OLED, de maior definição.
Os iPhone 11 Pro e 11 Pro Max têm telas de 5,8 e 6,5 polegadas, mesmos tamanhos dos antecessores. Essas versões estão disponíveis em quatro cores: verde meia-noite, cinza espacial, dourado e prateado.
A tela do iPhone 11 Pro é OLED, que traz pretos fiéis. A Apple diz que o display tem picos mais brilhantes do que outros smartphones para o usuário que quer ver filmes ou acessar as fotos no celular.
A primeira parte marcante do aparelho é a bateria — que dura até 5 horas a mais em relação ao modelo anterior (XS Max), segundo a Apple.
Com a bateria maior, os modelos Pro também ganharam uma mudança de energia: o carregador ficou mais parrudo. Antes os plugs de iPhone tinham 5W, agora têm 18W na versão Pro, o que permite recargas mais rápidas.
Apesar disso, a Apple não trouxe a entrada do tipo USB-C para o aparelho, como era esperado por muitos usuários, somente para o carregador.
Outra novidade da geração são as fotos com maior definição no escuro, com o “modo noite” . Ele é ativado automaticamente quando a câmera detecta ambientes com pouca luz e define um “tempo de exposição” da fotografia, em que o aparelho faz várias imagens durante alguns segundos e depois junta todas elas numa única imagem que é salva.
Com as três câmeras, também há mais opções para o enquadramento das imagens e a possibilidade de gravar em 4K em até 60 FPS. O aparelho conta com uma grande-angular, uma ultra grande-angular e uma telefoto — todas com 12 MP. A câmera frontal também consegue ter uma angulação maior na hora de fazer a selfie, permitindo incluir mais pessoas na foto em grupo.
Os modelos são salgados já no Pro mais barato (começa por R$ 6.999), que tem 64GB. Esse armazenamento pode ser um problema justamente para usuários profissionais, que precisem filmar e fazer muitas fotos em alta definição.
Este ano, o smartphone “de entrada” da Apple se chama iPhone 11. São seis opções de cores: roxo, verde, amarelo, preto, branco e vermelho. Em relação ao iPhone XR — modelo de entrada da geração anterior e o iPhone que mais vendeu no ano passado — o 11 ganha uma segunda câmera.
Em vez da tela OLED da linha Pro, a Apple coloca uma tela LCD de 6,1 polegadas (mesma do XR), que ela chama de Liquid Retina e não tem resolução 1080p. Apesar disso, o brilho é alto e não há prejuízo nos ângulos de visão.
Esse modelo não tem a terceira câmera, telefoto, dos 11 Pro e 11 Pro Max, mas conta com as principais características da linha profissional: as lentes de 12MP que gravam até em 4K, o processador A13 Bionic e suporte ao carregamento rápido e wireless.
Com uma lente grande-angular e outra ultra-grande-angular é possível fazer modo retrato de pessoas, objetos e animais. Na geração anterior, o XR fazia modo retrato com um software (que só reconhecia pessoas), já que não tinha a câmera extra.
O modo noite, para fotos com baixa iluminação, também está presente e não perde em relação aos Pro.
O iPhone 11 tem uma bateria que, segundo a Apple, dura uma hora a mais que o iPhone XR. O lado ruim, é que a empresa deixou o mesmo carregador de 5W dos anos anteriores, tornando o carregador rápido um acessório vendido à parte.
Nos testes, foi possível chegar perto de 18 horas com ele longe da tomada em um uso normal: ligações, redes sociais, algumas fotos e até jogos. Também não foi utilizado o modo de economia de energia.
O iPhone 11 teve uma redução de R$ 200 em relação ao valor de lançamento do iPhone XR, no armazenamento de 64GB. Apesar disso, é considerado insuficiente por alguns usuários. Grande parte dos smartphones topo de linha Android oferecem logo de cara o armazenamento a partir de, pelo menos, 128GB.
Os novos iPhone trazem recursos que já existem em modelos mais caros de Android, como fotos mais nítidas à noite e o carregador rápido já incluso. Mas mantêm o padrão de velocidade dos processadores Apple, que ainda não enfrentam comparativo.
iPhone 11
iPhone 11 Pro
iPhone 11 Pro Max
Fonte: g1
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