O número de consumidores com contas atrasadas e registrados nos cadastros de inadimplentes estabilizou em novembro, crescendo 0,69% na comparação com o mesmo mês de 2015, segundo dados do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Apesar do cenário de estabilidade da inadimplência, no acumulado dos últimos 12 meses, a estimativa aponta que 1 milhão de brasileiros passaram a fazer parte das listas de restrição ao crédito – em novembro de 2015, o total de inadimplentes era de 57,5 milhões.
Atualmente, são 58,5 milhões de consumidores com o CPF negativado, enfrentando dificuldades para realizar compras a prazo, fazer empréstimos, financiamentos ou contrair crédito. Isso significa que 39% da população brasileira adulta estão registrados em listas de inadimplentes.
Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o Brasil enfrenta dois movimentos distintos, que impactam o comportamento da inadimplência em direções opostas. “Se por um lado, a recessão dificulta a capacidade de pagamento dos consumidores, em virtude do desemprego e da inflação alta, por outro, a maior restrição ao crédito com juros ainda elevados e critérios de concessão mais seletivos, acaba impondo limites ao endividamento por parte dos brasileiros”, explica.
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