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Mulher é presa suspeita de desviar mais de R$ 277 mil de entidade assistencial no RN

Suspeita de desviar recursos de entidade no RN foi presa em Natal — Foto: PC/Reprodução

Uma mulher suspeita de desviar mais de R$ 277 mil de uma entidade assistencial foi presa nessa terça-feira (10) em Natal.

A Polícia Civil deflagrou a Operação Desvio de Rota para cumprir mandado de prisão preventiva e bloqueio de R$ 277.187,81 contra a investigada por crimes patrimoniais.

A ordem judicial foi cumprida no bairro de Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal.

De acordo com as investigações, a suspeita prestava serviços à instituição e aproveitou da posição de confiança que ocupava para realizar “sucessivos desvios de valores” que pertenciam à entidade.

“Durante o curso das diligências investigativas, foram reunidos elementos de informação que apontam a participação direta da investigada nos desvios, além da constatação de que ela já possuía histórico criminal relacionado à prática de crimes patrimoniais”, informou a Polícia CIvil.

 

Diante da gravidade dos fatos e da reiteração criminosa, a polícia pediu a decretação da prisão preventiva da investigada, expedida pela Justiça.

Segundo a polícia, o bloqueio de bens tem como objetivo possibilitar a futura restituição dos valores à vítima.

A investigação apontou, segundo a delegada Isabella Turl, da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações, que os desvios aconteciam há pelo menos dois anos.

“Ela tinha uma função de recebimento de valores e, através dessa função, ela acabava desviando esses recursos para a conta bancária dela. A princípio, até o momento, não foram identificados outros participantes nem coautores desse delito”, disse.

A mulher vai responder pelos crimes de furto qualificado e pelo abuso de confiança em continuidade delitiva, por ter cometido os crimes durante uma sequência de tempo.

A delegada disse ainda que investigada tinha histórico de outros crimes patrimoniais e já respondeu também por estelionato e furto.

“Ela sempre agia com um modus operandi muito similar ao que a gente apurou nessa investigação. Ela trabalhava em uma empresa, prestava ali serviços administrativos e, a partir da função que ela desempenhava, da confiança que ela tinha depositada pelos donos da empresa, conseguia desviar esses valores”, explicou.

Fonte: G1RN

Ponto de Vista

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