O número de mortes por Covid-19 nos Estados Unidos chegou a 250 mil, aponta monitoramento da Universidade Johns Hopkins nessa quarta-feira (18). O país é o mais atingido, em números absolutos, pela pandemia do coronavírus.
Segundo o levantamento da universidade, os EUA acumulam 11,4 milhões de casos da doença desde o primeiro diagnóstico do vírus em solo americano, em janeiro. Isso representa também o maior número de registros do coronavírus em um só país.
Os EUA, assim como outros países do Hemisfério Norte, vivem uma nova onda de casos e mortes pela Covid-19. A situação fica ainda mais preocupante porque a pandemia começou a se espalhar pelo interior do país, o que não ocorreu com a mesma força no primeiro pico da doença.
Isso não significa que as cidades maiores tenham sido poupadas desta nova alta da Covid-19. Nova York, por exemplo, metrópole duramente atingida pelo novo coronavírus entre março e abril, voltou a apresentar índices altos de transmissão e, por isso, determinou nesta quarta o fechamento de escolas.
As novas altas da pandemia nos EUA ocorrem em um contexto de mudança de governo do país. O presidente Donald Trump, derrotado na tentativa de reeleição, tem se recusado a reconhecer Joe Biden como presidente eleito. E, nesse cenário, a equipe do democrata pressiona o republicano a fornecer informações sobre o coronavírus.
Uma equipe de médicos e enfermeiros dos EUA se posicionou contra a recusa do governo Trump em passar os dados da pandemia. Em carta, os profissionais disseram que o inverno do hemisfério norte pode trazer uma nova onda de mortes pela Covid-19 com a contaminação comunitária se alastrando pelo país, com as hospitalizações em nível recorde.
“Dados e informações em tempo real sobre o fornecimento e a oferta de tratamentos, testes, equipamentos de proteção individual, ventiladores, capacidade hospitalar e disponibilidade das forças de trabalho para planejar o destacamento dos ativos do país precisam ser compartilhados para salvarmos um número incontável de vidas”, disse a carta, assinada pela liderança da Associação Médica Americana, pela Associação de Enfermeiros Americanos e pela Associação de Hospitais Americanos.
Fonte: G1
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