Nessa terça-feira (19) o cinema mundial perdeu um dos grandes nomes da sétima arte. Para o cinema italiano foi o fim dos clássicos. Aos 84 anos, o diretor Ettore Scola foi-se, mas deixou sua marca de um cinema militante, um cinema que falava com e sobre a rua.
Para Ettore Scola importava, e muito, segundo confessava, ser uma boa pessoa, e por isso seus filmes destilavam bondade, algo que nunca preocupou a geração atual de estrelas autorais de seu país: enquanto eles alimentam seu ego, Scola estimulou o ego do povo.
Seu último trabalho foi o documentário Que Estranho Chamar-se Federico (2013). Admirador do “maestro”, Scolla considerava Federico Fellini com seu irmão mais velho.
Ettore estudou Direito em Roma, passando depois ao jornalismo e ao rádio. Ali travou conhecimento com gente do cinema para os quais começou a trabalhar como argumentista, o que fez entre 1954 a 1963. Neste período, em parceria com Ruggero Maccari, escreveu argumentos para Antonio Pietrangeli e Dino Risi.
Sua estreia como realizador deu-se em 1964, com a comédia “Fala-se de mulheres”. Seguiram-se outros filmes, como “Nós que nos amávamos tanto”, de 1974, que ganhou o Prêmio César de melhor filme estrangeiro.
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