Já o primeiro lugar ficou mais uma vez com o Polo, da Volkswagen, com 11.123 unidades vendidas no mês. Em seguida, veio o Chevrolet Onix, com 10.657 unidades.
No acumulado do ano até outubro, Polo, Onix e HB20 foram os três veículos mais vendidos no país, com mais de 233 mil unidades comercializadas no total.
Nesse quesito, o carro da Volks liderou a lista, com 83.050 unidades vendidas nos dez primeiros meses do ano, seguido pelo Chevrolet Onix, com 81.403 e pelo HB20, com 69.221.
De acordo com a Fenabrave, considerando todos os segmentos, os emplacamentos de veículos registraram um avanço de quase 7% em outubro em relação a setembro. Ao total, foram 375.132 novos emplacamentos no período.
“O dia útil a mais em outubro favoreceu o desempenho de quase todos os segmentos automotivos, que se mantiveram estáveis, acumulando crescimento dentro das expectativas da Fenabrave”, afirmou o presidente da federação, José Maurício Andreta Júnior, em nota.
O resultado de outubro ainda foi 18,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, a alta foi de 13,2% em comparação ao mesmo intervalo de 2022.
Apesar do resultado positivo para o mês, o presidente da Fenabrave lamentou o veto do trecho que autorizava a tomada de veículos sem autorização da Justiça no “Marco Legal das Garantias”, sancionado recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“O custo do crédito afeta o poder de compra dos brasileiros e é preciso mecanismos que deem maior segurança jurídica a credores, para que, dessa forma, seja avaliada a possibilidade de diminuir os encargos dos financiamentos”, avaliou Andreta Júnior em nota.
“Precisamos de medidas de estímulo ao crédito no país e tínhamos confiança de que o Marco Legal das Garantias poderia contribuir para isso”, completou o executivo.
A nova lei estabelece novas regras para o uso de bens como garantia de empréstimos, trazendo normas para a realização de penhora, hipoteca ou transferência de imóveis para pagamentos de dívidas.
Em relação ao trecho que foi vetado, o texto previa que seria possível a tomada de veículos sem autorização da Justiça, por meio de mandados extrajudiciais.
A apreensão extrajudicial seria aplicada nos casos em que o devedor não entregasse o bem dentro do prazo legal estabelecido. Os cartórios ficariam autorizados a lançar a apreensão em uma plataforma eletrônica.
Ao argumentar o veto, o governo alegou que o trecho é inconstitucional e que poderia criar risco a direitos e garantias individuais.
Para Andreta Junior, o setor de distribuição de veículos precisa de escala no varejo para operar de forma sustentada e “a Lei de Retomada do Bem seria um forte aliado, reduzindo a restrição de aprovação das fichas cadastrais dos consumidores nos financiamentos de veículos”.
“Quem mais sofre com esse veto são os consumidores”, disse o executivo.
A Fenabrave também informou que revisou suas projeções para as vendas neste ano. De acordo com a federação, a estimativa total passou de um crescimento de 3,3% em janeiro para 11,1% em outubro. O número, no entanto, representa uma leve retração em comparação às previsões feitas em setembro, de 11,2%.
Já para automóveis e comerciais leves, a projeção passou de uma variação neutra (0%) em janeiro para um crescimento de 7,3% em outubro.
O movimento vem após os resultados positivos do programa do governo lançado em junho para baratear carros zero. Ao todo, foram liberados incentivos de R$ 1,8 bilhão para que as montadoras dessem descontos em veículos novos.
Fonte: G1RN
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