A geração de novos empregos formais no Rio Grande do Norte ao longo de 2013 passou necessariamente pelas portas das microempresas. Essas organizações, que têm até 19 funcionários, contrataram mais que demitiram, contribuindo para o estado terminar o ano um saldo líquido de 10.384 pessoas empregadas com carteira assinada. O saldo é a relação entre as admissões e demissões. As empresas de pequeno, médio e grande portes tiveram saldos negativos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e constam na Análise da Evolução do Mercado de Trabalho Formal, estudo elaborado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte com base na série histórica de 2004 a 2013.
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