O anúncio de redução das tarifas de energia elétrica, feito pela presidente Dilma Rousseff, na quinta-feira, foi comemorado pelo mercado, que há anos reivindica a revisão nos preços. Para a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), trata-se de uma decisão histórica, que sinaliza um novo rumo para o País.
A entidade destaca que, com a redução de 16,2% nas tarifas residenciais e de até 28% da indústria, o Brasil deixará o topo do ranking das energias mais caras do mundo, o que deve acelerar o crescimento econômico do País. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) também festejou a medida.
Mas nem todo mundo foi tão eufórico. Segundo a Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), embora caia no ranking, o preço da eletricidade no Brasil continuará acima da média mundial. No caso da tarifa industrial, os preços de energia precisariam cair 35% para ficar na média mundial.
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