O anúncio de redução das tarifas de energia elétrica, feito pela presidente Dilma Rousseff, na quinta-feira, foi comemorado pelo mercado, que há anos reivindica a revisão nos preços. Para a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), trata-se de uma decisão histórica, que sinaliza um novo rumo para o País.
A entidade destaca que, com a redução de 16,2% nas tarifas residenciais e de até 28% da indústria, o Brasil deixará o topo do ranking das energias mais caras do mundo, o que deve acelerar o crescimento econômico do País. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) também festejou a medida.
Mas nem todo mundo foi tão eufórico. Segundo a Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), embora caia no ranking, o preço da eletricidade no Brasil continuará acima da média mundial. No caso da tarifa industrial, os preços de energia precisariam cair 35% para ficar na média mundial.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1740 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3750 EURO: R$ 5,9360 LIBRA: R$ 6,8600 PESO…
A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, nesta quinta-feira (18), uma operação para investigar crimes patrimoniais…
Uma operação contra um esquema criminoso de movimentação bilionária através de bets ilegais cumpriu, nesta…
Natal tem mais um fim de semana de São João no estacionamento da Arena das Dunas.…
O edital de abertura do concurso público para a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária…
A Conspiração, produtora do filme que conta a trajetória de Marta Vieira da Silva, maior…
This website uses cookies.