O Fantástico desse domingo (4) foi até Fukushima, região atingida pelo maior terremoto da história do Japão, em 2011. Desde então, o país passou a investir fortemente em prevenção de tragédias naturais. Uma das principais medidas foi a construção da chamada “grande muralha do Japão” — uma barreira de mais de 400 km de extensão ao longo do litoral. Em alguns trechos, o muro ultrapassa os 15 metros de altura, projetado para conter o impacto de novos tsunamis.
Segundo a TEPCO, administradora da usina nuclear de Fukushima, a usina nunca mais voltará a operar. A tragédia marcou uma virada na política energética japonesa, que buscou reduzir a dependência da energia nuclear. No entanto, esse cenário começa a mudar.
Com o aumento da demanda por energia — especialmente para sustentar avanços como a inteligência artificial —, o governo japonês divulgou um plano em fevereiro. A meta é aumentar a participação da energia nuclear na matriz energética do país dos atuais 8% para 20% até 2040.
O movimento não é isolado. Depois do acidente em Fukushima, a Alemanha iniciou o processo de desligamento de suas usinas nucleares. Em 2023, os últimos reatores foram desativados. No entanto, o partido vencedor das eleições de fevereiro considera reativar as plantas aposentadas.
Nos Estados Unidos, o plano é triplicar a capacidade de geração nuclear até 2050. Grandes empresas de tecnologia já investem em reatores próprios para manter suas bases de dados em funcionamento.
Hoje, até ambientalistas defendem o uso da energia nuclear como uma alternativa sem emissão de gases do efeito estufa. A fumaça que sai dos reatores, na verdade, é vapor de água. Para muitos, o susto de Fukushima parece ter ficado no passado.
Fonte: Fantástico/ G1
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