As taxas médias de juros cobradas pelos bancos no cheque especial tiveram ligeira alta, passando de 7,92% ao mês, em maio, para 7,93% ao mês em junho, segundo levantamento da Fundação Procon-SP divulgado nesta terça-feira (11). A taxa média se mantinha estável desde novembro de 2012. O Bradesco alterou sua taxa de 8,76% ao mês para 8,78% ao mês e o Santander mudou de 9,87% ao mês para 9,95% ao mês. Os demais bancos pesquisados mantiveram suas taxas de cheque especial inalteradas.
Já os juros médios do empréstimo pessoal ficaram em 5,22% ao mês. Não houve qualquer alteração em relação às taxas praticadas em maio, segundo a pesquisa. O levantamento foi feito no dia 3 de junho e envolveu Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
O Procon destaca que, como existe a possibilidade de variação da taxa do empréstimo pessoal em função do prazo do contrato, foi estipulado o período de 12 meses. No caso do cheque especial foi considerado o período de 30 dias. Os dados coletados referem-se às taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independentemente do canal de contratação.
Na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ocorrida em maio, as autoridades monetárias decidiram elevar a taxa Selic de 7,5% para 8% ao ano, segunda alta consecutiva do ano. De acordo com o Comitê, a decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano.
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