Bem antes de se envolver profissionalmente com jornalismo e publicidade, Rodrigo Hammer é devoto fiel da dobradinha rock e cinema. Seja progressivo, noir, punk ou trash, Hammer devora tudo o que aparece pela frente; e a forma de dar vazão ao que pensa sobre esses universos distintos, mas complementares, ganha o nome de fanzines. Envolvido com ‘zines’ desde o início dos anos 1980, seu mais novo projeto editorial independente começa a circular hoje na cidade sob a alcunha “K”, do grego ‘kinema’ (movimento). Para honrar a tradição ‘alternativa’ e o perfil ‘underground’ da filosofia fanzineira, nada de muito alarde ou lançamento formal: “K” poderá ser encontrado a partir do dia 1º de cada mês em livrarias, bancas especializadas como a Sétima Arte no camelódromo e centros acadêmicos de cursos universitários da área de humanas. O zine sai com quatro páginas, impressas em off-set, e 300 exemplares. A periodicidade será mensal. O editor adianta que, “por enquanto” a distribuição será gratuita: no futuro “K” poderá ter preço de capa dependendo da “aceitação” do público.
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