O velório e o sepultamento da jornalista Helga Oliveira, ex-apresentadora do Globo Esporte RN, ocorrem nesta sexta-feira (26), em Parnamirim, na Grande Natal. A profissional da comunicação morreu na quinta-feira (25), aos 51 anos. Ela estava em tratamento contra uma leucemia e havia sido internada em 6 de junho.
A cerimônia de despedida teve início às 7h30, na Sala de Velório Central da Morada da Paz Emaús. O sepultamento está marcado para as 11h, no mesmo local.
Helga construiu uma trajetória de destaque no jornalismo potiguar, especialmente na cobertura esportiva. Ela integrou a equipe da Inter TV Cabugi, afiliada da TV Globo no Rio Grande do Norte, entre 1999 e 2007, período em que apresentou o Globo Esporte RN e se consolidou como um dos principais nomes da área no estado.
Nos último anos, ela também se notabilizou pela atuação na conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Helga era casada com o jornalista Luis Henrique e deixa dois filhos.
Amigos, familiares e profissionais da comunicação lamentaram a morte nas redes sociais ao longo da quinta-feira.
Em nota de pesar, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) destacou a trajetória de Helga Oliveira no jornalismo potiguar e a classificou como pioneira na cobertura esportiva no estado.
A entidade afirmou que Helga abriu caminhos para outras mulheres em uma área historicamente ocupada por homens e ressaltou ainda a atuação da comunicadora na defesa das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), causa à qual passou a se dedicar a partir de sua experiência como mãe.
“Pioneira na cobertura esportiva no RN, Helga construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, competência e coragem, abrindo caminhos para muitas mulheres em uma área historicamente ocupada por homens. Seu trabalho deixou uma contribuição importante para o jornalismo potiguar”.
O Governo do Rio Grande do Norte também lamentou a morte da jornalista e afirmou que ela deixou contribuição marcante para a comunicação do estado, especialmente no jornalismo esportivo, abrindo caminhos para outras mulheres na área.
“Com profissionalismo, talento e sensibilidade, ajudou a abrir caminhos para outras mulheres no jornalismo esportivo, tornando-se referência para colegas de profissão e para toda uma geração de comunicadoras”, pontuou o Governo em nota.
Já o América Futebol Clube lamentou a morte da jornalista nas redes sociais, destacando sua trajetória como pioneira no jornalismo esportivo do estado e a contribuição para a cobertura do esporte potiguar.
“Uma das primeiras mulheres a atuar na televisão esportiva local, abriu caminhos e inspirou gerações de profissionais com seu trabalho, competência e dedicação”, afirmou em comunicado.
Em homenagem à jornalista, o América informou que manteve a bandeira de sua sede social hasteada a meio mastro.
Fonte: G1RN
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