A escritora Joan Didion, ícone da literatura americana, a quem se atribui a introdução do “novo jornalismo” com seus ensaios sobre a vida em Los Angeles nos conturbados anos 1960, faleceu nesta quinta-feira (23).
Joan morreu de complicações do mal de Parkinson em sua casa em Manhattan.
Ela despontou nos anos 1960 ao trazer uma abordagem mais personalizada para a sua narrativa. Nos anos 2000, sua obra ficou marcada por duas tragédias pessoais, com a morte do marido, o também escritor John Gregory Dunne, em 2005, vítima de um infarto, e da filha, Quintana, um ano e meio depois, vítima de pancreatite.
Joan publicou “O Ano do Pensamento Mágico” para falar sobre o processo de luto pela perda do marido e “Noites azuis”, depois do falecimento da filha.
A trajetória da escritora foi retrata num documentário de 2011 produzido por Griffin Dunne, seu sobrinho e mais conhecido pelo papel principal no filme “Depois de horas”, de Martin Scorsese.
À época, com 83 anos, em seu depoimento, Joan contou que escreveu sobre o sofrimento “porque ninguém havia me explicado o que era”.
Fonte: G1
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