A Irmandade Muçulmana egípcia anunciou hoje (4) que não vai participar de qualquer diálogo com as novas autoridades do país e voltou a condenar o “golpe de Estado” em que foi deposto o presidente Mouhamed Mursi. “Anunciamos nossa categórica rejeição do golpe de Estado contra o presidente eleito e a vontade do povo, e recusamos participar de qualquer diálogo com o novo governo”, diz comunicado divulgado pela Irmandade Muçulmana na sua página na internet.
A Justiça egípcia proibiu a saída do país do presidente deposto, que está em lugar desconhecido e será investigado por acusações de insulto ao Poder Judicial, assim como oito dirigentes da Irmandade Muçulmana. De acordo com fonte dos serviços de segurança, a Polícia Militar deteve hoje o líder supremo da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, a pedido da Procuradoria egípcia
Em comunicado, o partido salafista Al Nur, que ficou em segundo lugar nas eleições legislativas egípcias, considerou a experiência de Mursi no governo “um fracasso, em consequência de práticas equivocadas que conduziram a uma divisão da sociedade egípcia”.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1490 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3730 EURO: R$ 5,9390 LIBRA: R$ 6,8320…
A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) e o Sindicato da Empresas dos Transportes Urbanos do…
Os preços das passagens aéreas podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV),…
A programação da Semana Santa em Natal terá opções que vão do picadeiro à área verde da…
Com decretação de ponto-facultativo nesta quinta-feira (2) e feriado nacional de Páscoa nesta sexta-feira (3),…
Os 11 tripulantes de um navio africano, que estava à deriva há dois meses no Oceano…
This website uses cookies.