É esperado um aumento de 1°C a 2°C acima do normal, o que parece pouco, mas implica em temperaturas bem maiores do que os valores típicos para o trimestre (junho, julho e agosto).
Até o final de junho, no entanto, o Centro-Sul do país deve manter temperaturas abaixo da média, em virtude da potente massa de ar polar que influenciou o clima no país na última semana, segundo Bruno Kabke Bainy, meteorologista do Cepagri/Unicamp.
No Sul, a expectativa é de grandes volumes de precipitação, principalmente entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina (chuvas até 50 a 100 milímetros acima da média).
No Norte e Nordeste do país, especialmente na região equatorial (Norte), são esperadas secas. Isso se deve também à influência do El Niño, que dificulta a passagem de frentes frias para além da região sul do país.
No Sudeste,a expectativa é de um inverno um pouco mais quente em comparação com a média da época, o que não significa que haverá calor comparável ao verão.
Nas demais áreas, a previsão sazonal de chuvas é mais inconclusiva, mas sem indicativos de anomalias expressivas (seja para chuvas muito acima ou muito abaixo da média).
Ainda segundo Bainy, em julho, os dias voltam a ter mais horas de duração, com as temperaturas subindo timidamente em relação a junho. Em agosto, essa elevação será mais relevante em decorrência da aproximação da primavera.
Fonte: G1
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