A corrida mundial para incrementar a competitividade das indústrias locais via utilização de gás não convencional e barato está levando empresários do País a cobrar do governo um pacote de desonerações e de estímulos ao aumento da oferta do insumo. A forte concorrência na última rodada de leilões de áreas de exploração de óleo e gás, em terra e no mar, evidenciou o grande interesse dos setores energético e de manufaturas em colocar o novo desafio na ordem do dia.
As licitações realizadas recentemente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com arrecadação recorde de RS 2,8 bilhões, já sinalizam expressivo apetite para a próxima série, prevista para novembro e cujos alvos da disputa são, especificamente, reservas de gás no subsolo terrestre.
Segundo estudo divulgado na semana passada pela FIRJAN, o gás natural consumido pela indústria brasileira é até quatro vezes mais caro que o equivalente nos Estados Unidos. Essa diferença tende a aumentar graças à entrada em cena do chamado gás de xisto (shale gas), uma nova fronteira exploratória alcançada mediante tecnologias que permitem extração em áreas ultraprofundas e instáveis.
Os industriais alertam para a necessidade de recuperar o tempo perdido após avanços no exterior em favor de novas áreas de exploração em diferentes lugares do mundo. Isso porque o País assistiu a um longo intervalo de cinco anos, sem licitar novas blocos de exploração. Para acelerar o processo de redução na diferença de preços nos insumos nacional e estrangeiro, a Firjan propõe cortes de impostos e ainda subsídios federais.
Em paralelo, a Petrobras e outras petroleiras mostram-se mais interessadas nos campos terrestres, como os da Bahia. Até os fornecedores de carvão mineral agora se oferecem como fonte alternativa de gás, mediante um processo de conversão química. “Estamos trabalhando forte em cima do gás de terra, convencional ou não, há mais de três anos. Acreditamos que devemos ter resultados positivos”, avisou a presidente da Petrobras, Graça Foster, em depoimento na Câmara dos Deputados na semana passada.
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