A decisão da presidente Dilma Rousseff de garantir o cumprimento de um esforço fiscal de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano vai sacrificar o andamento dos investimentos públicos. Na avaliação da área econômica do governo, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, não é possível assegurar esse esforço fiscal sem comprometer os investimentos. A prática de segurar os investimentos já foi utilizada pelo governo em outros momentos. Em 2011, primeiro ano do governo Dilma, o Tesouro derrubou o ritmo dos investimentos e segurou as emendas dos parlamentares para conseguir cumprir a meta de superávit. Segundo uma fonte, o governo estuda a possibilidade de anunciar um corte adicional de gastos no Orçamento, mas por enquanto não há decisão e nem conta fechada. Para mostrar compromisso com um esforço fiscal de 2,3%, o governo teria de cortar pelo menos R$ 20 bilhões, algo de difícil operacionalização sem atingir os investimentos.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1530 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3580 EURO: R$ 5,91350 LIBRA: R$ 6,8970 PESO…
A autoridade de segurança alimentar da Índia informou nesta sexta-feira (18) que encontrou um produto…
A greve dos funcionários dos Correios ultrapassou uma semana em todo o país. O julgamento…
Um homem de 35 anos foi preso em flagrante nessa quinta-feira (17) com 3.576 cigarros…
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou nesta quinta-feira (17) ação protocolada…
O governo da Venezuela e a oposição estão perto de fechar um acordo para transferir…
This website uses cookies.