O governo federal incluiu no plano nacional de imunização contra a Covid-19 a vacina produzida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Coronavac. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (16) que todas as vacinas fabricadas no Brasil terão prioridade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Em outubro, o ministro da saúde chegou a anunciar, em uma reunião virtual com mais de 23 governadores, a compra da vacina Coronavac. Mas, menos de 24 horas depois, a aquisição foi desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro.
O governo federal lançou oficialmente nesta quarta-feira (16) o plano nacional de imunização. Segundo Pazuello, todos os estados da federação serão tratados “de forma igualitária” e “proporcional”. “Não haverá nenhuma diferença”, disse.
O ministro ainda questionou “pra que essa ansiedade, essa angústia?” ao falar sobre a vacinação contra a Covid-19.
O ministro afirmou que todos os brasileiros receberão a vacina de forma gratuita, nos postos de vacinação. “Vacinas registradas, vacinas garantidas em sua segurança e eficácia. Nós não podemos brincar com a saúde da população brasileira”, disse.
“Não se preocupem com a logística. A logística é simples, apesar do nosso país ser desse tamanho, nós temos estrutura, nós temos companhias aéreas, nós temos Força Aérea Brasileira, nós temos toda a estrutura já planejada e pronta”, afirmou.
Segundo Pazuello, o governo federal entregará o material para a imunização aos estados, que serão responsáveis pela logística e distribuição em seus territórios. Assim, os estados terão de fazer as vacinas chegarem nos municípios, que aplicarão as vacinas. O Ministério da Defesa auxiliará no trabalho.
“Onde que está o ‘Q’ da questão? No cronograma de distribuição e imunização, que é um anexo do plano. Esse cronograma depende de registro [da vacina]. Eu posso falar em hipóteses, nós temos mais de 300 milhões de doses já negociadas, algumas já com os recursos para isso”, disse.
Ao discursar na cerimônia de lançamento do plano, no Palácio do Planalto, Pazuello afirmou que há muita desinformação sobre a capacidade do Brasil de conduzir um programa nacional de imunização.
“Nossa imprensa que tem realmente sido fundamental na divulgação. O Brasil precisa que a imprensa divulgue as informações reais e que cheguem a todos os brasileiros”, disse.
Pazuello ainda afirmou que não se pode colocar “em dúvida” a credibilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo registro de vacinas. O ministro reiterou que o órgão atua com base em “critérios técnicos e de segurança”.
“Cuidado com as pessoas que falam da nossa Anvisa. A Anvisa é a nossa referência e é uma referência mundial. E ela é independente, ela é uma agência de Estado”, disse.
Fonte: G1
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