Ao mesmo tempo em que discute a reformulação da política de incentivos fiscais, o governo do estado tenta abrir espaço para novas fábricas num dos principais distritos industriais do Rio Grande do Norte: o de Natal, que faz divisa com São Gonçalo do Amarante e Extremoz, e onde estão localizadas empresas como a Ambev, a Guararapes e a Vicunha Têxtil.
Segundo o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Sílvio Torquato, o Estado começará a intimar, nesta semana, os empresários que receberam lotes no distrito industrial de Natal, mas não abriram fábricas ou estão usando as áreas para outros fins. A Procuradoria Geral do Estado (PGE), afirma Sílvio Torquato, deverá concluir essa semana o levantamento que indicará que empresários serão intimidados e quais lotes deverão ser retomados pelo Estado.
A ideia, segundo ele, é conceder as áreas ociosas do Distrito Industrial a grupos que estejam dispostos a se instalar no RN. Sem áreas livres, o Distrito não recebe novas indústrias há dez anos. A falta de áreas tem atrapalhado a captação de investimentos e impedido a chegada de novas indústrias. Segundo Sílvio, havia, em junho deste ano, pelo menos 20 empresas aguardando terrenos para instalar fábricas nos distritos industriais do estado.
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