O Governo iniciou uma verdadeira peregrinação para viabilizar os R$ 89 milhões necessários ao complemento da folha de pagamento do mês de julho. Ontem (22), a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) reuniu a equipe de secretários para comunicar enfaticamente um novo corte de gastos e para dizer que a tesoura vai atingir a quase todos, inclusive aos que já sobrevivem praticamente às custas de parcos recursos. A medida, no entanto, esconde algo mais preocupante. O Executivo já projeta um déficit na rubrica que reserva o pagamento dos servidores, de R$ 450 milhões, se considerados os meses restantes do ano. Há ainda a frustração, parte consolidada e parte prevista, nas principais fontes de receita – como Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – que pode chegar a outros R$ 450 milhões. O cálculo não pode ensejar mais cautela. A governadora pediu que os secretários detalhassem os recursos disponíveis, despesas e apontassem possíveis cortes. Já se sabe que gastos com viagens, diárias e serviços supérfluos estão proibidos.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1460 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3460 EURO: R$ 5,9350 LIBRA: R$ 6,9190 PESO…
A pandemia de Covid-19 mudou o mapa imobiliário de São Paulo. O avanço do home…
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (17) o reajuste dos benefícios do Bolsa Família em…
A programação cultural de Natal reúne shows, festas, teatro, concertos e opções de lazer entre…
Um servidor da Polícia Científica do Rio Grande do Norte, de 69 anos, foi preso…
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nessa quarta-feira (16) as sessões regulares da Corte após…
This website uses cookies.