A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) sancionou e publicou nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Estado, uma lei complementar que muda as carreiras dos auditores de Controle Interno e analistas contábeis, criando o cargo de Auditor de Finanças e Controle.
A lei também institui o Plano de Cargo e Carreira dos auditores e aumenta os salários dos servidores, inclusive aposentados pensionistas. O vencimento inicial sai dos atuais R$ 4.943,40 para R$ 8.343,40 – um aumento de 68,7%.
Além disso, os servidores passam a obter uma vantagem chamada Parcela Variável de Finanças e Controle.
O projeto foi enviado pelo próprio governo à Assembleia Legislativa e aprovado pelos deputados estaduais em outubro.
Anteriormente, os servidores tinham uma gratificação de desempenho com valor fixo, de R$ 3,4 mil, que somada ao vencimento básico resultava no valor igual ao novo salário inicial.
Porém, com a “incorporação” da gratificação e a inclusão da nova vantagem, além do salário de R$ 8,3 mil, o servidor no início da carreira tem direito a 20 unidades de parcela variável (R$ 92,33), ou seja R$ 1.846,6.
O incentivo salta para 68,46 unidades, ou R$ 6.320,9 no segundo nível da carreira profissional, passando de R$ 9,2 mil no caso dos servidores no último nível do plano de cargos.
Segundo a lei, o valor da nova unidade variável poderá aumentar anualmente, dependendo do cumprimento de metas. O valor, no entanto, não pode ser reduzido.
Ao todo, a lei prevê 60 vagas de auditor de controle e finanças, sendo 30 para cada uma das duas especialidades. Segundo o texto sancionado, o número de vagas passará a ser de 80, 40 para cada especialidade, quando a despesa com pessoal do Estado estiver dentro do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
O g1 procurou o governo ainda na terça-feira (12), último dia do prazo para sanção do projeto de lei, e perguntou à administração estadual o número de servidores ativos e aposentados beneficiados pela lei, o impacto da mudança no orçamento e se o aumento salarial não influenciaria nos esforços anunciados pelo governo para reduzir gastos.
No entanto, o governo não respondeu os questionamentos até a última atualização desta reportagem.
Fonte: G1RN
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