A governadora Rosalba Ciarlini prestigiou, na noite de ontem, o jornalista potiguar Paulo Araújo, que lançou o livro ‘Como se fossem letras’, da Editora Jovens Escribas. O evento aconteceu no Solar Bela Vista, na Ribeira e contou com a presença de importantes nomes da política e da sociedade do Rio Grande do Norte.
Na ocasião, Rosalba Ciarlini lembrou que a cultura passa por um momento bastante favorável e que deve ser incentivado. Parte deste incentivo foi dado com o esforço feito pelo Governo do Estado para retomar a produção literária potiguar por meio da Gráfica Manimbu, da Fundação José Augusto. Desde o início de 2012, já foram mais de 30 livros publicados pela gráfica do Estado.
A chefe do Executivo Estadual ressaltou que o lançamento de mais uma obra de um escritor potiguar é a prova do crescimento do mercado literário do Estado. “O número de publicações da Fundação José Augusto vem aumentando a cada dia e acho que o caminho é justamente esse. É fundamental que a gente não somente fomente, mas crie um mercado literário para que todos possam conhecer o valor dos nossos escritores e da nossa gente”, afirmou a governadora.
O programa ‘Agentes da Leitura’ também foi enfatizado pela governadora. “Como forma de incentivar a cultura, estamos começando este programa que contará com 550 jovens do Ensino Médio e universitários de todo o Estado que irão levar, de porta em porta, a literatura para as famílias beneficiadas pelo Bolsa Família. Entre os 100 livros que cada um destes jovens utilizará, fizemos questão que a maioria deles fosse de autores potiguares para estimular e valorizar ainda mais a nossa cultura”, pontuou Rosalba Ciarlini.
COMO SE FOSSEM LETRAS
Dividido em cinco capítulos, o livro é uma coletânea de reportagens, entrevistas, perfis, ensaios e crônicas escritas e publicadas pelo jornalista em diversos jornais, revistas e sites na última década. A obra traz um panorama, com explicações didáticas e exemplos práticos, das várias maneiras de fazer jornalismo sem a preocupação com o factual.
No capítulo de entrevistas, por exemplo, o leitor vai encontrar uma longa conversa travada entre Paulo e o escritor paraibano Ariano Suassuna no Recife. Na obra, o jornalista também aborda a experiência ao fazer parte da equipe de jornalistas brasileiros que criou o primeiro jornal de economia e finanças de Luanda, na Angola. Além desta reportagem, o livro contém um bem humorado ‘Dicionário Angolano’ para entender o país africano que mais se parece com o Brasil e os causos de confusão linguística entre brasileiros, angolanos e portugueses.
Já no Rio Grande do Norte, o jornalista lançou o olhar sobre a região do Seridó, palco de uma das três maiores festas religiosas do Brasil, o desenvolvimento econômico e cultural da cidade de Mossoró e fez uma adaptação da história de Chapeuzinho Vermelho para o Rio Potengi, escrita na época em que Araújo era aluno do curso de Estilos Jornalístico, do professor Vicente Serejo, autor do prefácio.
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