Tributação, falta de financiamento especifico e medidas governamentais se tornam obstáculos para a modalidade. A regulamentação da mini e microgeracão de energia era vista como o “pulo do gato” para energia solar fotovoltaica, uma vez que o potencial desse mercado poderia garantir a penetração inicial dessa nova modalidade de geração de eletricidade no Brasil. No entanto, quase dezessete meses se passaram desde a publicação da Resolução Normativa 482/2012 e apenas 15 projetos foram desenvolvidos no Brasil, somando 120kWp, segundo o Banco de Informação de Geração da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O Superintendente de Regulação dos Serviços de Geração de Distribuição (SRD) da Aneel, Carlos Calixto Mattar, explicou que a indefinição sobre a tributação da energia injetada na rede, a falta de linhas de financiamento específicas para essa modalidade e a edição da Medida Provisória 579 contribuíram para desacelerar esse mercado.
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