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Geada no Sul e alerta de umidade no centro do país: veja como fica o tempo nesta quinta

Geada em São Joaquim — Foto: Mycchel Legnaghi/São Joaquim Online/Divulgação

O tempo nesta quinta-feira (10) deve amanhecer frio na região Sul e em parte do Sudeste, mas a umidade relativa do ar deve seguir em níveis preocupantes na faixa central do país.

Segundo a Climatempo, os índices de umidade devem cair durante o período da tarde para valores abaixo de 30% nas seguintes regiões:

  • Três estados do Centro-Oeste
  • Metade oeste de São Paulo
  • Triângulo mineiro
  • Interior do Nordeste
  • Tocantins
  • Rondônia
  • Centro-sul do Pará
  • Sudeste do Amazonas

 

De acordo com os meteorologistas, a situação é de alerta para umidade abaixo dos 20% entre o norte do Mato Grosso e o sul do Pará, além do noroeste da Bahia, centro do Piauí e leste do Maranhão. (veja no mapa abaixo)

Também não há previsão de chuva significativa na região, e a tendência é de que o ar seco continue nos próximos dias. Durante a tarde, as temperaturas sobem, passando dos 30 °C em várias cidades, especialmente em áreas do interior.

⚠️ CUIDADOS NA HIDRATAÇÃO: Por causa dessa previsão, a orientação é redobrar os cuidados com a hidratação e evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia.

entrada de umidade do oceano favorece chuva fraca e isolada no litoral do Paraná e litoral sul de São Paulo entre a manhã e a tarde.

Já entre Pernambuco e Rio Grande do Norte, além do norte do Amazonas e Roraima, há alerta para temporais. Norte do Pará e Amapá também podem ter pancadas mais fortes por conta do calor e da alta uumidade.

Manhã fria e geada no Sul

No Sul e no Sudeste, as manhãs ainda seguem frias, com mínimas variando entre 6°C 14 °C em capitais como Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Ao longo do dia, o sol predomina e ajuda a elevar as temperaturas, que ficam mais amenas à tarde.

De acordo com meteorologistas, o padrão de frio no início do dia e temperaturas agradáveis à tarde deve continuar até o fim da semana nessas duas regiões, enquanto a chance de chuva é baixa.

SEM ONDA DE FRIO: Apesar disso, por enquanto, uma nova onda de frio continua descartada, já que as condições atmosféricas permanecem estáveis e sem mudanças bruscas nas temperaturas.

“Não temos anomalias muito expressivas de temperaturas muito baixas. Temos frio, mas não é um desvio tão grande para considerar uma onda de frio”, alerta o meteorologista Allef Matos, da Climatempo.

 

Regiões da Campanha Gaúcha, Serra Catarinense e extremo sul do Paraná podem registrar geada nas primeiras horas da manhã desta quinta.

E a tendência para os próximos dias é de manutenção desse cenário: ar seco no Centro-Oeste, frio nas manhãs do Sul e Sudeste e instabilidade persistente no Norte e no Nordeste.

Risco de alagamentos e deslizamentos de terra continua

Devido à continuidade da cheia nos rios Negro e Solimões, o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu um novo alerta de alagamentos para o Amazonas nesta quarta-feira (9).

O aviso vale especialmente para as regiões de Manaus Parintins, onde o nível dos rios já atingiu a cota de inundação severa em diversas estações de monitoramento, tanto acima quanto abaixo da confluência entre os dois rios.

O cenário aumenta a probabilidade de alagamentos nas áreas ribeirinhas e dificulta o escoamento da água em córregos e igarapés urbanos, devido ao chamado efeito de remanso, quando o volume dos grandes rios impede a drenagem natural dos cursos menores.

O alerta também é válido para regiões entre João Pessoa e Recife por conta da previsão de chuva forte para essa faixa do país.

O Cemaden classifica o risco como moderado, mas reforça a importância de atenção por parte da população e das autoridades locais.

Os avisos do Cemaden se dividem em duas categorias: risco hidrológico e risco geológico. Enquanto os hidrológicos englobam eventos como alagamentos urbanos e inundações de pequenos córregos, por exemplo, os geológicos se referem a deslizamentos de terras e quedas de barreiras.

Os alertas para cada risco podem ser de três níveis:

  • Moderado: quando não se descarta a possibilidade do fenômeno alertado e, caso ocorra, é previsto um impacto moderado para a população.
  • Alto: a probabilidade de ocorrência do desastre é alta, assim como seu potencial impacto. Nesse cenário, recomendam-se ações como verificação das áreas de risco e acionamento dos órgãos locais de apoio.
  • Muito alto: existe alta probabilidade de ocorrência do fenômeno, com chances de grande impacto para a população. Há a recomendação para acionamento do sistema de sirenes, possibilidade de desocupação das áreas de risco e deslocamento de equipes para atendimento nas áreas de risco.

 

Fonte: G1

Ponto de Vista

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