Segundo o presidente da comercializadora Comerc, Cristopher Vlavianos, as empresas precisam fazer uma análise para saber se vale a pena sair do mercado regulado, atendido pelas distribuidoras. Em muitos casos, é provável que essa troca não traga nenhuma vantagem financeira. No início deste ano, o governo federal destinou para o mercado cativo toda a energia produzida pelas hidrelétricas cujas concessões foram renovadas. O custo desse MWh ficou 70% mais barato, favorecendo os clientes das distribuidoras. Além desse incentivo, a forte alta do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), ou o valor da energia no mercado disponível, elevou o risco do mercado livre, deixando-o ainda menos atraente. Segundo Vlavianos, os preços negociados nos contratos de quatro anos giram hoje em torno de R$ 190 por MWh para 2014, R$ 140 para 2015, R$ 125 para 2016 e R$ 120 para 2017. Os preços futuros são corrigidos pelo IPCA e os valores não incluem ICMS. Em igual período do ano passado, era possível comprar energia a R$ 140 por MWh em contratos válidos por um ano.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,0470 DÓLAR TURISMO: R$ 5,2360 EURO: R$ 5,6500 LIBRA: R$ 6,7470…
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