Menos de quatro dias após atropelar e matar o operário José Fernando Ferreira da Silva, de 44 anos, enquanto dirigia supostamente embriagado pela zona sul do Rio, o empresário Ivo Nascimento de Campos Pitanguy, de 59 anos, filho do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, foi indiciado ontem por homicídio doloso (intencional). A delegada Monique Vidal, que preside o inquérito na 14ª Delegacia de Polícia (Leblon), considerou que, ao dirigir bêbado, como afirmam testemunhas do acidente e policiais que atenderam a ocorrência, o empresário assumiu o risco de matar.
O inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça, ontem. Agora, caberá à 40ª Vara Criminal do Rio aceitar ou alterar a tipificação. Em casos de atropelamento acidental, o autor costuma ser acusado de homicídio culposo (sem intenção). Mas nesse caso foi considerada a suposta embriaguez do motorista. Se a tipificação for confirmada, Pitanguy pode ser condenado à prisão de seis a 20 anos.
Pitanguy, filho do cirurgião plástico homônimo, foi preso em flagrante logo após o acidente, às 23h30 da última quinta-feira, 20. Como o empresário também se feriu, até o domingo ficou internado, sob custódia policial, no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul).
Ontem, ele foi transferido para o complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, onde permanece. Seu advogado, Rafael de Piro, apresentou na madrugada de sábado um pedido de liberdade provisória ao plantão judiciário, mas a medida foi negada. Ele deve apresentar pedido de habeas corpus à 40ª Vara Criminal, para tentar libertar seu cliente.
Pitanguy, filho do cirurgião plástico homônimo, foi preso em flagrante logo após o acidente, às 23h30 da última quinta-feira, 20. Como o empresário também se feriu, até o domingo ficou internado, sob custódia policial, no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul).
Ontem, ele foi transferido para o complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, onde permanece. Seu advogado, Rafael de Piro, apresentou na madrugada de sábado um pedido de liberdade provisória ao plantão judiciário, mas a medida foi negada. Ele deve apresentar pedido de habeas corpus à 40ª Vara Criminal, para tentar libertar seu cliente.
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