De acordo com a empresa, algumas das contas tinham origens no Irã e na Rússia, e estavam presentes tanto no Facebook quanto no Instagram.
A nova campanha é muito maior do que outra identificada pela rede social em julho, quando 32 contas falsas foram apagadas sob a mesma suspeita.
A notícia mostra como o Facebook ainda é usado como ferramenta por outros países para tentar influenciar os eleitores americanos. Depois da eleição presidencial de 2016, a empresa revelou que foi usada para causar polêmicas em relação a temas sociais delicados, como raça, controle de armas e meio ambiente.
“Sempre há uma tensão entre desabilitar esses maus agentes rapidamente e melhorar nossas defesas no longo prazo. Se os removermos muito cedo, é mais difícil entender suas táticas e a extensão de sua rede”, publicou a empresa em seu blog.
A investigação teve início a partir de uma denúncia feita por uma empresa de segurança digital que envolvia um grupo ligado a uma firma de mídia estatal do Irã. A partiri disso, levou meses e foi dividida em três partes.
No total, foram apagadas 254 páginas, 276 perfis e três grupos no Facebook, e 116 contas no Instagram.
No Facebook, uma das páginas tinha cerca de 813 mil seguidores. Já na rede social de fotos, uma das contas era seguida por até 48 mil pessoas.
Fonte: G1
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