O julgamento, que ocorreu na cidade de Itzehoe, no norte da Alemanha, pode ser a última condenação da Justiça alemã a casos relacionados ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial – há dois outros em investigação, mas ainda sem confirmação de que irão a julgamento.
O juiz do caso entendeu que a ex-secretária Irmgard Furchner tinha pleno entendimento do que acontecia no campo de concentração de Stutthof, na Polônia, então ocupada pela Alemanha nazista. Ela trabalhou no local entre 1943 e 1945.
Cerca de 65.000 pessoas morreram de fome e doenças ou na câmara de gás de Stutthof, a maioria judeus e prisioneiros de guerra.
Promotores do caso chamaram os atos da de “assassinato cruel e maligno” de prisioneiros no campo de Stutthof, na Polônia ocupada. A acusação originalmente acusou Furchner de ajudar e instigar os assassinatos de 11.412 pessoas.
Furchner era julgada desde setembro de 2021. Antes disso, a ex-secretária nazista tentou fugir do julgamento. Ela desapareceu do asilo que vivia, mas foi encontrada dias depois pela polícia em Hamburgo e levada ao tribunal.
Fonte: G1
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