Equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupo Penitenciário de Operações com Cães (GPOC) deram início a uma vistoria no Presídio Provisório Raimundo Nonato, também chamado de Cadeia Pública de Natal, na zona Norte, de onde 46 presos fugiram na madrugada desta terça-feira (12). A fuga é a maior da história do sistema prisional do Rio Grande do Norte.
A vistoria teve início por volta das 10h30. Os agentes do GOE e do GPOC, órgãos ligados à Secretaria de Justiça e Cidadania do RN (Sejuc), irão fazer a recontagem dos presos na unidade e buscar utensílios que possam terem sido usados nas escavações do túnel. A revista acontece nos pavilhões A e B do presídio, locais onde ficavam os detentos que conseguiram fugir.
O túnel usado pelos detentos para fugir foi escavado a partir de uma cela do pavilhão B da unidade prisional, com aproximadamente 50 metros de extensão. A estrutura dá para a área destinada aos presos do regime semiaberto do Complexo Penal Doutor João Chaves, que fica ao lado do presídio Raimundo Nonato.
De acordo com informações de policiais militares que atuaram na busca pelos detentos, vários presos foram vistos nas ruas nas imediações do presídio por volta das 3h, fugindo em táxis ou a pé. Alguns detentos deixaram para trás o fardamento usado na unidade.
Atualmente, 12 agentes fazem a custódia de 430 detentos na unidade prisional.
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