A Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgaram nesta segunda-feira (14) um boletim em que fazem um alerta para o aumento de casos de Covid-19 no país.
Na nota, as instituições defendem a volta do uso de máscaras de proteção e pedem aquisição de mais doses de vacina para garantir o aumento da cobertura vacinal na população, incluindo todas as crianças de 6 meses a 5 anos, independente da presença de comorbidades.
O documento foi encaminhado para o Ministério da Saúde e para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Pelo menos em quatro estados da federação já se verifica com preocupação uma tendência de curva em aceleração importante de casos novos de infecção pelo SARS-COV-2 quando comparado com o mês anterior”, diz o documento.
O estado de São Paulo registrou nas últimas semanas um aumento de quase 56% nas internações por Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o número de pacientes internados passou de 288 para 448.
A ocupação de enfermarias por pacientes com a doença no estado passou de 555 pacientes para 832, uma alta de 49,9% no mesmo período.
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), disse na manhã de sexta-feira (11) que, apesar do aumento, ainda não vê a necessidade do retorno do uso obrigatório de máscaras no estado.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) anunciou no sábado (12) que a cidade de São Paulo terá “xepinha” de vacina contra Covid-19 para crianças a partir de seis meses de idade e menores de três anos, sem comorbidades, caso haja doses remanescentes no final do expediente dos postos de imunização.
A vacinação desta faixa etária começará na quinta-feira (17) na capital. Inicialmente, apenas crianças com comorbidades e/ou indígenas serão imunizadas.
O esquema vacinal de crianças a partir de seis meses e menores de 3 anos de idade é realizado apenas com o imunizante da Pfizer de tampa vinho, o único liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para este público. Ele prevê a aplicação de três doses, com um intervalo de quatro semanas (28 dias) entre a primeira e a segunda e de oito semanas (56 dias) entre a segunda e a terceira.
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