Entidades representativas da imprensa e parlamentares de diferentes partidos realizaram nesta quarta-feira (3) um ato virtual em defesa da liberdade de imprensa e da democracia no Brasil.
No evento, transmitido pelas redes sociais, os participantes repudiaram a escalada de ofensas e agressões contra jornalistas e demais profissionais da imprensa no exercício do seu trabalho.
Eles também destacaram a importância da imprensa livre na manutenção das instituições democráticas e criticaram declarações ofensivas à categoria feitas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.
Na avaliação da presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, a violência contra a imprensa “cresceu em razão de uma institucionalização da violência por meio da Presidência da República”.
A presidente da Fenaj citou levatamento da organização segundo o qual a violência contra jornalistas cresceu 54% no ano passado na comparação com 2018. O presidente Jair Bolsonaro foi sozinho responsável por 58% desses ataques, de acordo com o mapeamento.
Ainda segundo a Fenaj, nos primeiros quatro meses de 2020, o presidente desferiu 179 ataques à imprensa e a jornalistas. “Isso é particularmente muito grave”, afirmou Braga
Para ela, a democracia brasileira “está fragilizada” e “com fendas que precisam ser curadas muito rapidamente”.
O presidente da Associação Brasileira de Jornalistas Investigativos (Abraji), Marcelo Träsel, também se manifestou na mesma linha e disse que a democracia nunca esteve sob tanto risco no Brasil desde a redemocratização.
Träsel repudiou as agressões físicas que os jornalistas têm sofrido. “São inaceitáveis numa democracia e cabe ressaltar que, em momento algum, o presidente condenou essas agressões”, disse.
O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Paulo Jeronimo, também criticou os ataques a jornalistas.
Ele lembrou ainda que no dia 1º de junho foi celebrado o Dia da Imprensa, mas que não houve “muita coisa a ser comemorada na data”. Jeronimo disse que 60 jornalistas já morreram de coronavírus em uma “guerra sanitária tão mal-conduzida pelo governo federal”.
Fonte: G1
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