O calvário dos parques eólicos que entram em operação, mas não possuem linhas de transmissão para fornecer energia ao sistema, deve aumentar em 2013. De acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), 50 projetos do tipo estão previstos para entrar em operação ao longo do ano, mas os respectivos sistemas de transmissão possuem atrasos de seis a 17 meses, dependendo do caso. Essas usinas respondem por 1,4 mil MW, ou 69%, dos 2,1 mil MW de capacidade instalada adicional de eólicas prevista para 2013.
Os 1,4 mil MW relativos a esses projetos, cuja transmissão está comprometida, correspondem a 15% dos 9 mil MW de capacidade instalada prevista para entrar em operação neste ano, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Para a presidente da Abeeólica, Elbia Melo, porém, alguns parques poderão ter o cronograma adiado, reduzindo o impacto do atraso pela transmissão.
As 50 usinas serão conectadas a cinco estações coletoras – como são chamados esses sistemas de transmissão, que recebem a energia dos parques e enviam para o restante do país. As cinco instalações pertencem à Chesf, subsidiária da Eletrobras no Nordeste, e estão localizadas na Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte.
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