O empresário José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, e quatro executivos da empreiteira OAS, estão livres da tornozeleira eletrônica que carregavam desde 28 de abril, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) lhes concedeu o benefício do regime de prisão domiciliar.
Na ocasião, a Corte máxima impôs restrições aos réus da Lava Jato – que haviam sido presos em novembro de 2014 na Operação Juízo Final, etapa da Lava Jato que pegou o braço empresarial do esquema de propinas na Petrobras. Uma das imposições do STF foi o monitoramento eletrônico por meio da tornozeleira.
No último dia 5 de agosto, o juiz federal Sérgio Moro condenou a cúpula da OAS por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Léo Pinheiro e Agenor Medeiros pegaram as penas mais altas: 16 anos e quatro meses de reclusão. Mateus Coutinho, ex-diretor financeiro, e José Ricardo Nogueira Breghirolli pegaram 11 anos de prisão. Fernando Stremel pegou quatro anos em regime aberto.
A legislação prevê que mesmo os condenados a penas tão severas podem recorrer em liberdade. Em sua decisão, Moro determinou que todas as medidas impostas pelo Supremo fossem mantidas, exceto o recolhimento domiciliar com tornozeleira.
O papa Leão XIV anunciou nesse domingo (11) que médicos detectaram um nódulo em estágio…
Em meio à intensa agenda da Assembleia Geral das Nações Unidas no fim de setembro,…
Novos ataques atingiram nesse domingo (11) dois aeroportos da Arábia Saudita, em meio à escalada…
Um motociclista de 39 anos morreu após bater de frente, na manhã desse domingo (11)…
Uma manifestação pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocupou nesse domingo…
O evento Bote Fé Natal com Maria reuniu milhares de fiéis na Arena das Dunas,…
This website uses cookies.